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Carmelo, después... (El viejo DaSilva) – Rubén Blades

Rubén Blades

Letra de Carmelo, después... (El viejo DaSilva) com tradução em português

Idioma
Espanhol
Nível
Intermediário
Lançamento
1980
Gênero
Salsa
Duração
8:57
  1. Qué viejo se ha puesto el sol! pensaba el viejo DaSilva

    Como o sol envelheceu! pensava o velho DaSilva

  2. Recostado en su sillón, despierto y soñando a ratos

    Deitado no meu sofá, acordado e sonhando às vezes

  3. Contemplando los recuerdos entre el humo del tabaco

    Contemplando as lembranças entre a fumaça do cigarro

  4. En su humilde habitación de mobiliario barato

    Na sua humilde casa, de móveis baratos

  5. De Ramiro no nada; ni una carta he recibido

    De Ramiro não sei de nada; nem uma carta recebi

  6. Y aunque que es el destino que todos los hijos partan

    E mesmo sabendo que é o destino de todo filho partir

  7. No cómo olvidan tantos sacrificios compartidos

    Não sei como esquecem tantos sacrifícios compartilhados

  8. Y se van buscando caminos cuando el viejo no hace falta

    E vão procurando caminhos quando o velho nem faz falta

  9. No hay cortesía o derecho para aquél que llega a viejo

    Não há cortesia nem direito para quem chega velho

  10. Se nos trata desde lejos, con hipócrita respeto

    Nos trata de longe, com um respeito hipócrita

  11. No me quieren dar trabajo y no me quiero mendigando

    Não querem me dar trabalho e eu não quero ficar mendigando

  12. Con el Seguro Social, pa' vivir de a vaina alcanzo

    Com o Seguro Social, pra viver na boa eu até consigo

  13. Y entre éstas cuatro paredes presiento la muerte llegando

    E entre estas quatro paredes, pressinto a morte chegando

  14. Y entre éstas cuatro paredes presiento la muerte llegando

    E entre estas quatro paredes, pressinto a morte chegando

  15. Qué vieja que está la tarde! pensaba el viejo DaSilva

    Que velha está a tarde! pensava o velho DaSilva

  16. Mirando las golondrinas desde la banca del parque

    Vendo as andorinhas de cima do banco do parque

  17. A veces pa' levantarme necesito que me ayuden

    Às vezes, pra me levantar, eu preciso de ajuda

  18. Y aunque avergonzado estuve, doy las gracias y camino

    E mesmo envergonhado eu estive, eu agradeço e caminho

  19. Y cuanto perro me encuentro la quiere coger conmigo

    E quando eu encontro uma, eu quero pegá-la comigo

  20. Y cuanto perro me encuentro la quiere coger conmigo

    E quando eu encontro uma, eu quero pegá-la comigo

  21. Manuela, si vivieras, quizás tendría una esperanza

    Manuela, se você vivesse, talvez eu tivesse alguma esperança

  22. Ay, Manuela, si vivieras, quizás tendría una esperanza

    Ai, Manuela, se tu vivesse, talvez eu tivesse uma esperança

  23. Pero estoy solo mi vieja! y ésta espera cansa

    Mas eu tô sozinho, minha velha! e essa espera cansa

  24. Es que estoy solo mi vieja y solo esperar cansa

    É que eu tô sozinho, minha velha, e só esperar cansa

  25. Qué vieja que está la noche! pensaba el viejo DaSilva

    Que velha que está a noite! pensava o velho DaSilva

  26. Y apretaba el viejo anillo, que Manuela le dejara

    E apertava aquele velho anel, pra que a Manuela deixasse

  27. Y apretaba el viejo anillo, que su vieja le dejara

    E apertava o velho anel, que a velha lhe deixara

  28. Y alli mismo lo encontraron, en aquél sillón sentado, Muerto!

    E ali mesmo encontraram: sentado naquele sofá... Morto!

  29. Entre el polvo y los recuerdos, mariposas del pasado

    Entre a poeira e as lembranças, borboletas do passado

  30. Y por mucho que trataron, su mano abrir no pudieron

    E por mais que tentaram, não conseguiram abrir a mão dele

  31. Y por mucho que trataron, su mano abrir no pudieron

    E por mais que tentaram, não conseguiram abrir a mão dele

  32. Dios te bendiga Carmelo; a Manuela y a los viejos

    Deus te abençoe, Carmelo; pra Manuela e pros velhos

  33. Dios te bendiga Carmelo; a Manuela y a los viejos

    Deus te abençoe, Carmelo; pra Manuela e pros velhos

  34. Juro que hasta en la muerte

    Juro que até na morte

  35. No dejaré de quererte

    Não vou deixar de te querer

  36. Siempre así, hasta el fin

    Sempre assim, até o fim

  37. Mi cielo

    Meu céu

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Vocabulário essencial

habitación
quartoA1
avergonzado
envergonhadoB2
vivieras
viverias
solo
sozinhoA1
viejos
velhosA1
alcanzo
alcançouC1
alli
ali
anillo
anelB1

Sobre esta música

Rubén Blades Bellido de Luna is an award-winning singer, composer, actor, and activist known for his foundational contributions to salsa music and Latin jazz.

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🇵🇦 Rubén Blades

Carmelo, después... (El viejo DaSilva)

Qué viejo se ha puesto el sol! pensaba el viejo DaSilva

Como o sol envelheceu! pensava o velho DaSilva

Recostado en su sillón, despierto y soñando a ratos

Deitado no meu sofá, acordado e sonhando às vezes

Contemplando los recuerdos entre el humo del tabaco

Contemplando as lembranças entre a fumaça do cigarro

En su humilde habitación de mobiliario barato

Na sua humilde casa, de móveis baratos

De Ramiro no nada; ni una carta he recibido

De Ramiro não sei de nada; nem uma carta recebi

Y aunque que es el destino que todos los hijos partan

E mesmo sabendo que é o destino de todo filho partir

No cómo olvidan tantos sacrificios compartidos

Não sei como esquecem tantos sacrifícios compartilhados

Y se van buscando caminos cuando el viejo no hace falta

E vão procurando caminhos quando o velho nem faz falta

No hay cortesía o derecho para aquél que llega a viejo

Não há cortesia nem direito para quem chega velho

Se nos trata desde lejos, con hipócrita respeto

Nos trata de longe, com um respeito hipócrita

No me quieren dar trabajo y no me quiero mendigando

Não querem me dar trabalho e eu não quero ficar mendigando

Con el Seguro Social, pa' vivir de a vaina alcanzo

Com o Seguro Social, pra viver na boa eu até consigo

Y entre éstas cuatro paredes presiento la muerte llegando

E entre estas quatro paredes, pressinto a morte chegando

Y entre éstas cuatro paredes presiento la muerte llegando

E entre estas quatro paredes, pressinto a morte chegando

Qué vieja que está la tarde! pensaba el viejo DaSilva

Que velha está a tarde! pensava o velho DaSilva

Mirando las golondrinas desde la banca del parque

Vendo as andorinhas de cima do banco do parque

A veces pa' levantarme necesito que me ayuden

Às vezes, pra me levantar, eu preciso de ajuda

Y aunque avergonzado estuve, doy las gracias y camino

E mesmo envergonhado eu estive, eu agradeço e caminho

Y cuanto perro me encuentro la quiere coger conmigo

E quando eu encontro uma, eu quero pegá-la comigo

Y cuanto perro me encuentro la quiere coger conmigo

E quando eu encontro uma, eu quero pegá-la comigo

Manuela, si vivieras, quizás tendría una esperanza

Manuela, se você vivesse, talvez eu tivesse alguma esperança

Ay, Manuela, si vivieras, quizás tendría una esperanza

Ai, Manuela, se tu vivesse, talvez eu tivesse uma esperança

Pero estoy solo mi vieja! y ésta espera cansa

Mas eu tô sozinho, minha velha! e essa espera cansa

Es que estoy solo mi vieja y solo esperar cansa

É que eu tô sozinho, minha velha, e só esperar cansa

Qué vieja que está la noche! pensaba el viejo DaSilva

Que velha que está a noite! pensava o velho DaSilva

Y apretaba el viejo anillo, que Manuela le dejara

E apertava aquele velho anel, pra que a Manuela deixasse

Y apretaba el viejo anillo, que su vieja le dejara

E apertava o velho anel, que a velha lhe deixara

Y alli mismo lo encontraron, en aquél sillón sentado, Muerto!

E ali mesmo encontraram: sentado naquele sofá... Morto!

Entre el polvo y los recuerdos, mariposas del pasado

Entre a poeira e as lembranças, borboletas do passado

Y por mucho que trataron, su mano abrir no pudieron

E por mais que tentaram, não conseguiram abrir a mão dele

Y por mucho que trataron, su mano abrir no pudieron

E por mais que tentaram, não conseguiram abrir a mão dele

Dios te bendiga Carmelo; a Manuela y a los viejos

Deus te abençoe, Carmelo; pra Manuela e pros velhos

Dios te bendiga Carmelo; a Manuela y a los viejos

Deus te abençoe, Carmelo; pra Manuela e pros velhos

Juro que hasta en la muerte

Juro que até na morte

No dejaré de quererte

Não vou deixar de te querer

Siempre así, hasta el fin

Sempre assim, até o fim

Mi cielo

Meu céu

Carmelo, después... (El viejo DaSilva)

🇵🇦 Rubén Blades
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