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Lamento negro – Susana Baca

Susana Baca

Letra de Lamento negro com tradução em português

Idioma
Espanhol
Nível
Intermediário
Lançamento
2001
Duração
4:05
  1. Tendré que sufrir

    Vou ter que sofrer

  2. Todita la vida

    Todinha a vida

  3. Si negro nací

    Se eu nasci negro

  4. Mi destino es cruel

    O meu destino é cruel

  5. Tendré que sufrir

    Vou ter que sofrer

  6. Todita la vida

    Todinha a vida

  7. Si negro nací

    Se eu nasci negro

  8. Mi destino es cruel

    O meu destino é cruel

  9. Lleva en mis hombros

    Você leva nos meus ombros

  10. Como una condena

    Como uma condenação

  11. Láminas cadenas

    Lâminas, correntes

  12. De la esclavitud

    Da escravidão

  13. Llevando en mis hombros

    Carregando nos meus ombros

  14. Como una condena

    Como uma condenação

  15. Láminas cadenas

    Lâminas, correntes

  16. De la esclavitud

    Da escravidão

  17. Láminas cadenas

    Lâminas, correntes

  18. De la esclavitud

    Da escravidão

  19. Lo negro po' lo' campo trazando van los zurco'

    O negro, do campo, traçando vão os sulcos

  20. Lo negro po' lo' campo trazando van los zurco'

    O negro, do campo, traçando vão os sulcos

  21. Para bien de nuestro amo

    Para o bem do nosso amo

  22. Y lo negro en la miseria

    E o negro na miséria

  23. Para bien de nuestro amo

    Para o bem do nosso amo

  24. Y lo negro en la miseria

    E o negro na miséria

  25. Comiendo frijol toda la semana

    Comendo feijão a semana inteira

  26. Y el día de fiesta el mismo manjar

    E no dia de festa, a mesma iguaria

  27. Comiendo frijol toda la semana

    Comendo feijão a semana inteira

  28. Y el día de fiesta el mismo manjar

    E no dia de festa, a mesma iguaria

  29. Ya me voy para los campos

    Já vou pros campos

  30. Ya me voy a trabajar

    Já vou trabalhar

  31. Me voy a para los campos

    Eu vou pros campos

  32. Ya me voy a trabajar

    Já vou trabalhar

  33. Me voy a para los campos

    Eu vou pros campos

  34. Ya me voy a trabajar

    Já vou trabalhar

  35. Me voy a para los campos

    Eu vou pros campos

  36. Ya me voy a trabajar

    Já vou trabalhar

  37. Todos a la pampa negros a trabajar

    Todo mundo pra pampa, negros trabalhar

  38. Todos a la pampa negros a trabajar

    Todo mundo pra pampa, negros trabalhar

  39. Unos con la paña otros con la lámpa

    Uns com a paña, outros com a lámpa

  40. Unos con la paña otros con la lámpa

    Uns com a paña, outros com a lámpa

  41. Vete esclavitud laipo del gabonal

    Vai escravidão laipo do gabonal

  42. Con los pobres negros hasta sucumbir

    Com os pobres negros até sucumbir

  43. Con los pobres negros hasta sucumbir

    Com os pobres negros até sucumbir

  44. Dime mi señor cuando acabará

    Diz-me, meu senhor, quando vai acabar

  45. Nuestros pobres negros de esta esclavitud

    Nossos pobres negros desta escravidão

  46. Dime mi señor cuando acabará

    Diz-me, meu senhor, quando vai acabar

  47. Nuestros pobres negros de esta esclavitud

    Nossos pobres negros desta escravidão

  48. Unos con la paña otros con la lámpa

    Uns com a paña, outros com a lámpa

  49. Unos con la paña otros con la lámpa

    Uns com a paña, outros com a lámpa

  50. Dicen que Fraisito ha grita'o revolución

    Dizem que o Fraisito deu grito de revolução

  51. Dicen que Fraisito ha grita'o revolución

    Dizem que o Fraisito deu grito de revolução

  52. Y con ese grito mató la esclavitud

    E com esse grito matou a escravidão

  53. Y con ese grito mató la esclavitud

    E com esse grito matou a escravidão

  54. Mató la esclavitud

    Mata a escravidão

  55. Mató la esclavitud

    Mata a escravidão

  56. Mató la esclavitud

    Mata a escravidão

  57. Mató la esclavitud

    Mata a escravidão

  58. Dicen que Fraisito ha grita'o revolución

    Dizem que o Fraisito deu grito de revolução

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Vocabulário essencial

cuando
quandoB1
dime
me digaB1
láminas
lâminasC1
cadenas
correntesB1
llevando
levando
po
então
trazando
traçando
zurco
sulco

Sobre esta música

Susana Baca is Peruvian vocalist associated with Afro-Peruvian musical traditions. She is known for her interpretation of Afro-Peruvian repertoire, including the widely heard recording of “Maria Lando” featured on David Byrne’s The Soul of Black Peru.

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🇵🇪 Susana Baca

Lamento negro

Tendré que sufrir

Vou ter que sofrer

Todita la vida

Todinha a vida

Si negro nací

Se eu nasci negro

Mi destino es cruel

O meu destino é cruel

Tendré que sufrir

Vou ter que sofrer

Todita la vida

Todinha a vida

Si negro nací

Se eu nasci negro

Mi destino es cruel

O meu destino é cruel

Lleva en mis hombros

Você leva nos meus ombros

Como una condena

Como uma condenação

Láminas cadenas

Lâminas, correntes

De la esclavitud

Da escravidão

Llevando en mis hombros

Carregando nos meus ombros

Como una condena

Como uma condenação

Láminas cadenas

Lâminas, correntes

De la esclavitud

Da escravidão

Láminas cadenas

Lâminas, correntes

De la esclavitud

Da escravidão

Lo negro po' lo' campo trazando van los zurco'

O negro, do campo, traçando vão os sulcos

Lo negro po' lo' campo trazando van los zurco'

O negro, do campo, traçando vão os sulcos

Para bien de nuestro amo

Para o bem do nosso amo

Y lo negro en la miseria

E o negro na miséria

Para bien de nuestro amo

Para o bem do nosso amo

Y lo negro en la miseria

E o negro na miséria

Comiendo frijol toda la semana

Comendo feijão a semana inteira

Y el día de fiesta el mismo manjar

E no dia de festa, a mesma iguaria

Comiendo frijol toda la semana

Comendo feijão a semana inteira

Y el día de fiesta el mismo manjar

E no dia de festa, a mesma iguaria

Ya me voy para los campos

Já vou pros campos

Ya me voy a trabajar

Já vou trabalhar

Me voy a para los campos

Eu vou pros campos

Ya me voy a trabajar

Já vou trabalhar

Me voy a para los campos

Eu vou pros campos

Ya me voy a trabajar

Já vou trabalhar

Me voy a para los campos

Eu vou pros campos

Ya me voy a trabajar

Já vou trabalhar

Todos a la pampa negros a trabajar

Todo mundo pra pampa, negros trabalhar

Todos a la pampa negros a trabajar

Todo mundo pra pampa, negros trabalhar

Unos con la paña otros con la lámpa

Uns com a paña, outros com a lámpa

Unos con la paña otros con la lámpa

Uns com a paña, outros com a lámpa

Vete esclavitud laipo del gabonal

Vai escravidão laipo do gabonal

Con los pobres negros hasta sucumbir

Com os pobres negros até sucumbir

Con los pobres negros hasta sucumbir

Com os pobres negros até sucumbir

Dime mi señor cuando acabará

Diz-me, meu senhor, quando vai acabar

Nuestros pobres negros de esta esclavitud

Nossos pobres negros desta escravidão

Dime mi señor cuando acabará

Diz-me, meu senhor, quando vai acabar

Nuestros pobres negros de esta esclavitud

Nossos pobres negros desta escravidão

Unos con la paña otros con la lámpa

Uns com a paña, outros com a lámpa

Unos con la paña otros con la lámpa

Uns com a paña, outros com a lámpa

Dicen que Fraisito ha grita'o revolución

Dizem que o Fraisito deu grito de revolução

Dicen que Fraisito ha grita'o revolución

Dizem que o Fraisito deu grito de revolução

Y con ese grito mató la esclavitud

E com esse grito matou a escravidão

Y con ese grito mató la esclavitud

E com esse grito matou a escravidão

Mató la esclavitud

Mata a escravidão

Mató la esclavitud

Mata a escravidão

Mató la esclavitud

Mata a escravidão

Mató la esclavitud

Mata a escravidão

Dicen que Fraisito ha grita'o revolución

Dizem que o Fraisito deu grito de revolução